Contrasenso do dia
Sair de um dia inteirinho no Spa do Ritz directamente para casa, descascar batatas para o caldo verde do jantar.
yes, that's me!
Sair de um dia inteirinho no Spa do Ritz directamente para casa, descascar batatas para o caldo verde do jantar.
yes, that's me!
palavras da
Ana
às
13:32
3
comentários
Etiquetas: eu
(que como a Alda disse no outro dia, não se explicam)
Fecho o olhos e vejo-te com febre. O coração aperta. Fica pequeno. Tento afastar o pensamento, num acesso louco de acreditar a 100% no que chamam de lei da atracção. Normalmente começo a pensar muito depressa numa outra coisa qualquer, no mar, na praia, num dia bonito... mas o pensamento existiu. Vi-te com febre e pronto.
Dia seguinte vais bem para o tua avó. Mas o nó no estômago continua.
Sai do trabalho, batem-me no carro e liga-me a minha mãe a dizer: Olha a Bia de repente ficou com febre. Há dias que ....
Porque é que não me surpreendi? Porque sempre que ela fica doente eu sei, muito antes de ela estar. Sempre foi assim, desde que nasceu.
Acredito que isto seja simplesmente uma coisa de mãe, de alguém que gerou a tua vida, que te teve 9 meses dentro de mim. Acredito que sim.
palavras da
Ana
às
12:46
3
comentários
Há uns dias que me preocupava o facto do meu cão não querer comer. Ele que sempre devorou a comida em menos de 30 segundos. Começou por olhar para o prato e depois olhava para mim à espera da ordem para comer. E eu dizia: come Tobias, come! Ele, nada. Só depois de 50 comes, incluindo alguns da Beatriz é que ele lá comia, muito contrariado. Focinho caído, posso mesmo dizer que andava amuado.
Há algumas semanas que reparava que quando a minha tia lá estava em casa, o resto da comida da Beatriz, por ter pouco sal, ia parar ao prato do cão, que se lambia desmesuradamente só com a possibilidade de lhe calhar uma massita ou outra.
Depois da preocupação, começou a desconfiança de que ele não estaria doente, mas sim amuado de comer apenas ração (abano a cabeça e digo que não pode ser... não pode mesmo ser). Porque não o vejo mirrado, nem enfezado, mas vejo um cão saudável e com 40 K, decidi por em prática o plano B. Cheguei a casa e comecei a fazer comer para ele. Arroz com frango.
Passados poucos minutos percebo que ele percebe. E ele percebe que eu estou a perceber.
Eu a cozinhar e os 40 K a meus pés. Uma língua de fora...
Enchi-lhe a taça de comer. A greve de fome acabou naquele minuto. O prato ficou vazio e eu com mais uma tarefa diária.
É QUE ATÉ O CÃO EU HABITUO MAL. O PROBLEMA É DEFINITIVAMENTE MEU.
palavras da
Ana
às
12:03
4
comentários
Ontem ao tentar perceber o que ia escrever no meu cartão de visita, surgiram-me muitas dúvidas, sobre o que seria mais correcto.
Podia ser o nome e depois por baixo, em letras pequenas:
Mulher e mãe, desenhadora, uns dias mesmo designer, outros telefonista. Criativa, motorista duas vezes por dia, cozinheira. Idiota e tapa buracos.
Para ser mais verdadeiro, o cartão, vai só ter o meu nome. A minha identidade. E chega.
palavras da
Ana
às
11:43
6
comentários
Não há um sem dois, nem dois sem três!
(mais um passo em frente)
palavras da
Ana
às
10:36
3
comentários
Etiquetas: eu
Gosto de abrir um melão fresquinho, colocar por cima umas fatias de presunto, abrir uma garrafita gelada de vinho verde, uns queijos frescos, tostas e pão...
... et voilá...
Dinner is served!
palavras da
Ana
às
11:46
6
comentários
Etiquetas: eu
Pedro.
Eu também me comovo com tudo e com nada... já estou p'ráqui a limpar as lágrimas... que arrepio!
Somewhere over the rainbow
Way up high
There's a land that I heard of
Once in a lullaby
Somewhere over the rainbow
Skies are blue
And the dreams that you dare to dream
Really do come true
palavras da
Ana
às
13:23
2
comentários
Etiquetas: eu, sentimentos
nada...
A minha mãe acabou de sair daqui e deixou-me almoço prontinho com direito a morangos arranjados e tudo!
(nunca vou querer uma Bimbi, porque todas as pessoas que a têm ficam completamente viciadas e passam a vida a fazer receitas complicadíssimas a horas muito estranhas... No outro dia mandei um sms à minha mãe, mesmo em cima da hora do almoço a perguntar se ela não me arranjava qualquer coisita para comer. Resposta dela: Não tenho nada feito, mas faço-te um bacalhau com natas assim num instantinho. Verdade é que meia hora depois, lá estava ele a sair do forno com um ar bestial! Eu ainda olho para a dita máquina de lado... tenho medo dela!)
palavras da
Ana
às
11:08
7
comentários
Eu comprei uns CROCS. Comprei e pronto... não gosto, são matacões, mas rendi-me no primeiro segundo em que os coloquei nos pés.
Parece-me que os CROCS cumprem o principal requisito de um sapato. Proteger o pé do chão, com o maior conforto possível.
Eu comprei uns CROCS cor de laranja e um cão azul, para o sapato esquerdo!!!!
palavras da
Ana
às
10:55
4
comentários
Etiquetas: eu
Deito-me e olho o infinito estrelado. Fico do tamanho do céu e ganho o brilho das estrelas. Fecho os olhos, respiro fundo e tomo consciência que sem ti, nada disto existia, possivelmente não existia o céu nem eu conseguia ver as estrelas.
palavras da
Ana
às
13:02
3
comentários
Etiquetas: eu, sentimentos
Para ti, meu irmão... no meio de todos os anjos espero que saibas que ainda a oiço, muitas vezes, às vezes já me faltam as lágrimas, às vezes falta-me a coragem, às vezes faltam-me mesmo as forças.
Continuo a soprar as tuas velas.
PARABÉNS
Nothing else matters
So close no matter how far
Couldnt be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters
Never opened myself this way
Life is ours, we live it our way
All these words I dont just say
And nothing else matters
Trust I seek and I find in you
Every day for us something new
Open mind for a different view
And nothing else matters
Never cared for what they do
Never cared for what they know
But I know
(é escrito hoje porque não tenho internet amanhã)
palavras da
Ana
às
14:29
Etiquetas: eu, sentimentos
... de despassarada que sou, percebi apenas agora que deixei de conseguir ler quase todos os blogs que costumo ler. ESTÃO TODOS PRIVATIZADOS!
...
Eu sei que é melhor e mais confortável para o autor, mas de certa forma deixa de lado a verdadeira essência de um blog. Eu então que vou de um, para o outro que me leva a outro. Do que me faz chorar, para o que me faz rir às gargalhadas. Depois todos aqueles que já pertencem ao nosso dia a dia. Anos de partilha...
Eu não costumo andar para ai a deixar comentários, mas isso não quer dizer que eu não os leia.
Fazem-me falta :-(
(isto NÃO é nenhuma critica, é apenas um desabafo!)
palavras da
Ana
às
13:30
13
comentários

Eles todos contentes por andarem sozinhos e eu a dar para o histérico com medo que ela se atirasse dali a baixo.
(ela no comboio e o meu coração nesse momento estava na montanha russa mais alta do mundo... ui que medo que eu tive. Depois desta diversão foi mesmo para a montanha russa, mas não foi sozinha, nem era a maior do mundo.)
palavras da
Ana
às
16:09
4
comentários
Tinha duas pessoas à minha frente. A primeira pediu um martini e um café, a segunda uma cerveja. Quando eu pedi a minha meia de leite a senhora não percebeu.
Será que eu é que estou mal?
palavras da
Ana
às
13:36
0
comentários
Etiquetas: eu, maluqueiras
... a primeira hora do meu primeiro dia de trabalho na fila de trânsito e a segunda a secar os sapatos no secador das mãos.
(Continuo com as calças ensopadas, mas não me parece boa ideia tirar as calças para secar no secador das mãos. Vou mesmo passar friozinho o resto do dia. Se calhar amanhã começo o meu segundo dia com uns "ATCHINS")
palavras da
Ana
às
13:32
0
comentários
Sou completamente desligada da televisão. A sério que sou. Gosto de chegar a casa e ligar a música. Gosto de jantar sem ela. Embora lá em casa isso fosse um acontecimento quase impossível, porque até o cão gosta de ver televisão. A verdade é que quando dava por mim, já estava a dita ligada a fazer barulho.
Agora PUFFFFFF... foi-se. Deu o berro. Avariou-se. Não liga e já nem sequer lá está em casa (anda a ser vista pelos senhores da Sony).
Na minha casa há muitos jantares, muitas pessoas a entrar e sair. A falta da televisão veio preencher uma falta minha. A falta que tinha de falar, conversar, namorar... chegámos mesmo a estar todos à mesa a ver albuns antigos ao som de Nina Simone.
Eu não quero a televisão de volta, mas ela mais dia menos dia vai voltar lá para casa.
(confesso que também tem algumas desvantagens, como por exemplo NÃO SABER nada do que se passa no país, porque o meu carro não tem rádio desde Dezembro. Também às vezes quero sentar o rabo no sofá e falta-me o RUCA para acalmar a Bia)
Até agora vejo mais pontos a favor.
palavras da
Ana
às
14:05
5
comentários
Ontem, sentei-te à "quexida" na tua cadeira pequenina. Ias jantar com o Rodrigo, frente a frente. Aborrece-te comer sopa, mas é só em casa, porque no colégio pelo que me contam não estrebuchas.
Mais um dia, bateste o pé e com um ar de quero posso e mando, disseste-me NÃO QUÉ. Expliquei-te calmamente que tinhas de comer. E mais uma vez começaste a fugir, correr, ir para baixo da mesa. Depois de algum tempo de paciência sentei-te no sofá e dei-te uma oportunidade para comeres a sopa a bem. E o que é que tu fizeste? hum? Cuspiste e cuspiste-me. Disse-te que se não comesses a sopa, ias para a cama sem comer mais nada e o que é que tu fizeste? Sujaste o resto da roupa.
Tirei-te do sofá e despi-te ali mesmo. Foste para a cama de seguida. Sem comer. Choraste muitas lágrimas e eu chorei mais ainda para dentro. Tinha o coração aos pulos, porque me custa sempre tomar estas atitudes. Mas sei que tem de ser, sei que não és o que quero, és o que és. E por te amar mais do que tudo nesta vida, tenho de te mostrar que tens limites e eu tenho as minhas limitações.
palavras da
Ana
às
10:29
6
comentários
isto!
(hoje já ouvi umas 20 vezes. Tenho as baterias no máximo!)
palavras da
Ana
às
14:36
2
comentários
... ela nunca fica com as coisas que eu faço. Normalmente assinalo os dias importantes com mimos e ternuras, mas as prendas, aquelas que eu faço para os outros nunca tenho tempo para as fazer lá para casa. A maior prova disso é que eu pinto para fora, e a minha casa TODA tem dois quadros na parede (um deles não é meu). Os meus amigos e familiares têm mais coisas minhas em casa que eu na minha própria casa.
E vou desculpando com, desta é que é... o próximo é para nós... ou ainda, vou comprar noutro sítio porque me chateia ver as minhas coisas expostas. Não sei, acho que é mesmo por falta de organização, por falta de tempo. Eu gosto tanto de fazer tanta coisa que acabo por não fazer nada. Às vezes faço por vergonha, faço porque tanto oiço que lá vou eu a correr. É verdade, tudo o que é para "nós" é feito em cima do joelho. Nasce assim, zás tás, pum...
Mas hoje, hoje foi diferente. Hoje vesti a minha filha com uma t-shirt feita por mim, ainda fiz uma para o sobrinho e outra para a sobrinha. Foi tudo com a bela da t-shirt. Gostei de a ver... contente por perceber que era um dia diferente. Talvez pelas nossas reacções, talvez por todo o aparato...
... hoje cheguei a sorrir, porque a deixei a sorrir, vaidosa e feliz.
palavras da
Ana
às
12:00
3
comentários