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quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Coisas de mãe

(que como a Alda disse no outro dia, não se explicam)

Fecho o olhos e vejo-te com febre. O coração aperta. Fica pequeno. Tento afastar o pensamento, num acesso louco de acreditar a 100% no que chamam de lei da atracção. Normalmente começo a pensar muito depressa numa outra coisa qualquer, no mar, na praia, num dia bonito... mas o pensamento existiu. Vi-te com febre e pronto.

Dia seguinte vais bem para o tua avó. Mas o nó no estômago continua.

Sai do trabalho, batem-me no carro e liga-me a minha mãe a dizer: Olha a Bia de repente ficou com febre. Há dias que ....

Porque é que não me surpreendi? Porque sempre que ela fica doente eu sei, muito antes de ela estar. Sempre foi assim, desde que nasceu.

Acredito que isto seja simplesmente uma coisa de mãe, de alguém que gerou a tua vida, que te teve 9 meses dentro de mim. Acredito que sim.

segunda-feira, dezembro 17, 2007

O urso aos olhos dela

"Ó mamã, é axim: o uxo vem pequinininho e depois ele quexe e quexe e fica do tamanho da cama da titiz. O uxo é mau, o uxo faz bobulhas aqui. Óia, óia as bobulhas que o uxo fez à titiz."

Traduzido: Existe um urso. O urso vem pequeno e cresce durante a noite. Como fica muito grande, do tamanho da cama dela, ela já não cabe lá, tem medo e tem de dormir num outro sítio. Para ela o urso é muito mau, é tão mau que até lhe faz borbulhas (as borbulhas lembram-na da varicela).

E com isto me fico!

(não faço a mínima ideia onde ela foi buscar esta história)

sexta-feira, novembro 23, 2007

Diálogos

(para mais tarde recordar)

Eu: Vou ligar para o Pai Natal.
(pego no telefone e simulo uma conversa, a pedir para ele ir lá a casa levar presentes no Natal)

Eu: Pronto Beatriz, confirmado. Ele vem cá a casa.

Ela com os olhos muito esbugalhados: Ó MÃE NÃO QUÉIO... EU TENHO MEDO!


...


Ela de bebé ao colo: Ponto bebé, ponto... já passou.

Eu: Então mas o que é que o bebé tem?

Ela: Bobulhas mãe, muitas bobulhas. A titiz tá a pôr pomada!


...

Às 4 da manhã acorda aos gritos a chamar por mim

Eu: Sim filha

Ela: Ó mãe o Leão não é mau?

Eu: Não filha, o Leão é bonzinho.

Ela: Ah ponto, até amanhã!

Adormeceu no segundo a seguir.


...

Às 8 da manhã

Eu: Beatriz vamos vestir para irmos para o colégio.

Ela: Não. Eu vou para a piscina!

sexta-feira, outubro 19, 2007

A maior frase até hoje

ÓOOOOOO pai a mala não é tua, a mala é minha!


(quando toca aos seus pertences, não há cá falatório em espanhol, é em Português CORRECTO)

segunda-feira, setembro 17, 2007

Dia especial

Hoje ela foi pela primeira vez de cuecas para a escola.

E eu ainda não telefonei para lá, mas estou TÃAAAAAAOOOOOOOOOOO curiosa. Gostava de ser uma mosquinha!

Adenda: Dia 1 totalmente seco. Não estava à espera. ;-)

quarta-feira, agosto 01, 2007

Ela é mesmo, mesmo minha filha!

Hoje de manhã, a bandeira do Sporting foi para o colégio por imposição dela!

E no caminho cantava aos pulinhos: Poting, Poting!

Acho que está pronta para ir com a mãe ao Estádio!

quarta-feira, julho 25, 2007

Imagens dela

Caminho

terça-feira, julho 17, 2007

Curtas

Eu a estacionar à porta de casa e ela de dedo esticado:

Mamã, casa não... não, não, quéio pixina!

quarta-feira, julho 04, 2007

Só para registo

E escrito assim numa letra muito pequenina para passar despercebido

De manhã já não há fraldas, só bacio, que é utilizado a pedido (minha rica filha!!!!)
As noites inteirinhas a dormir até às 8 da matina, que luxo, ai que luxo (ó p'ra mim muita folgada)

Vamos dar validade de 48 horas a este post!

quinta-feira, junho 21, 2007

Momentos das nossas férias (Parte I)

Comboio

Eles todos contentes por andarem sozinhos e eu a dar para o histérico com medo que ela se atirasse dali a baixo.

(ela no comboio e o meu coração nesse momento estava na montanha russa mais alta do mundo... ui que medo que eu tive. Depois desta diversão foi mesmo para a montanha russa, mas não foi sozinha, nem era a maior do mundo.)

terça-feira, junho 19, 2007

Aos 2 anos

A festa com a família correu bem, muito bem até. Foste muito mimada e tenho a certeza que este dia vai ter danos irreversíveis na nossa vida. De tudo o que recebeste o que mais gostaste foi do triciclo e da cama grande... tudo coisas de menina "quexida". Ainda não dormiste na cama nova, mas queres que o triciclo durma lá. Está difícil...

Fico parada, observo-te e fascina-me o teu ar desembaraçado e desenrascado. Estás sempre, mas sempre em cima do acontecimento e és corajosa. Mais do que eu! Atreves-te nos desafios mais radicais. Durante as nossas férias conseguiste que todos nós ficássemos enjoados, cada vez que queríamos desistir da montanha russa e tu dizias: mãe, pai, mais, mais... O mais é mais utilizado que o não. Isso já é bom sinal. Mais e mais para cada vez que se canta os parabéns! Cantas os parabéns todos os dias.

Adoras animais e este ano conseguimos apresentar-te os golfinhos. Ficaste tão entusiasmada que corrias aflita a contar tudo ao teu amigo Rodrigo, podia ele não estar a ver bem. Vocês conversam muito. Muitas vezes nenhum de nós percebe o que tanto falam. Tivemos um episódio em que descobrimos que se entendem a 100%. Um dia a mamã ralhou contigo e deu-te uma palmada na fralda. Foste ter com o Digo e fizeste muitas queixinhas... O Rodrigo veio ter comigo e com um ar zangado e de mau, disse-me assim: Não bate na Bitiz. E além do raspanete levei também uma palmada. Foi bem feito... muito bem feito, eu até acho que mereci.

No topo das coisas que neste momento te aborrecem estão, comer sopa e andar na cadeira do carro.

O meu coração de mãe continua a transbordar com cada gargalhada tua. És feliz e isso é o objectivo de todas as mães. Fico feliz por te ver feliz.

terça-feira, junho 05, 2007

Ai que tens cá um feitiozinho religioso!

Ontem, sentei-te à "quexida" na tua cadeira pequenina. Ias jantar com o Rodrigo, frente a frente. Aborrece-te comer sopa, mas é só em casa, porque no colégio pelo que me contam não estrebuchas.

Mais um dia, bateste o pé e com um ar de quero posso e mando, disseste-me NÃO QUÉ. Expliquei-te calmamente que tinhas de comer. E mais uma vez começaste a fugir, correr, ir para baixo da mesa. Depois de algum tempo de paciência sentei-te no sofá e dei-te uma oportunidade para comeres a sopa a bem. E o que é que tu fizeste? hum? Cuspiste e cuspiste-me. Disse-te que se não comesses a sopa, ias para a cama sem comer mais nada e o que é que tu fizeste? Sujaste o resto da roupa.

Tirei-te do sofá e despi-te ali mesmo. Foste para a cama de seguida. Sem comer. Choraste muitas lágrimas e eu chorei mais ainda para dentro. Tinha o coração aos pulos, porque me custa sempre tomar estas atitudes. Mas sei que tem de ser, sei que não és o que quero, és o que és. E por te amar mais do que tudo nesta vida, tenho de te mostrar que tens limites e eu tenho as minhas limitações.

sexta-feira, junho 01, 2007

Porque em casa de ferreiro, espeto de pau...

... ela nunca fica com as coisas que eu faço. Normalmente assinalo os dias importantes com mimos e ternuras, mas as prendas, aquelas que eu faço para os outros nunca tenho tempo para as fazer lá para casa. A maior prova disso é que eu pinto para fora, e a minha casa TODA tem dois quadros na parede (um deles não é meu). Os meus amigos e familiares têm mais coisas minhas em casa que eu na minha própria casa.

E vou desculpando com, desta é que é... o próximo é para nós... ou ainda, vou comprar noutro sítio porque me chateia ver as minhas coisas expostas. Não sei, acho que é mesmo por falta de organização, por falta de tempo. Eu gosto tanto de fazer tanta coisa que acabo por não fazer nada. Às vezes faço por vergonha, faço porque tanto oiço que lá vou eu a correr. É verdade, tudo o que é para "nós" é feito em cima do joelho. Nasce assim, zás tás, pum...

Mas hoje, hoje foi diferente. Hoje vesti a minha filha com uma t-shirt feita por mim, ainda fiz uma para o sobrinho e outra para a sobrinha. Foi tudo com a bela da t-shirt. Gostei de a ver... contente por perceber que era um dia diferente. Talvez pelas nossas reacções, talvez por todo o aparato...

... hoje cheguei a sorrir, porque a deixei a sorrir, vaidosa e feliz.

quarta-feira, maio 30, 2007

Preocupo-me quando...

(a linguagem deste post é um bocadinho estranha e pesada)

... ela me pede uma "PACHACHA".

Respiro fundo quando percebo que uma "PACHACHA" é uma BOLACHA.
Agora imaginem lá ela a pedir-me uma BOLACHA em plena praça pública.

Adenda: acho que me vão começar a utilizar como tradutor automático do Google.

Novidades

Estamos melhores, muito obrigada! Já não tem febre. Já manda vir, dá pontapés e faz birras, por isso, tudo a voltar à normalidade.

domingo, maio 27, 2007

Tinha bilhetes para a taça

Já me tinha imaginado a comer a bela da bifana, a afiar a língua e a roer as poucas unhas que tenho.

Mas a Bia adoeceu, está com febres altas constantes e a minha luta passou do relvado, para o chão de minha casa.

Roo as unhas à mesma.

adenda: as febres altas passaram mesmo a números redondos e pela primeira vez vi o 40 no visor do termómetro. Depois de 50 minutos de benuron a febre continuava a subir. Fui ao hospital. Fui ao hospital porque não me imaginei a passar a noite com febres assim sem saber se era realmente algo de grave. Não diagnosticaram nada em concreto, mas já está a antibiótico. Vamos ver como vão correr as próximas 48horas.
Foi a segunda vez que fui com ela ao hospital. A primeira foi de tal maneira traumática, que ela lembrou-se. A sério que se lembrou. Mal viu a marquesa, e a sala desatou num pranto que só visto. Eu acho que só por isso, a febre baixou. Foram duas horas e tal de choro contínuo.
Cheguei a casa. Ela está mais bem disposta, com febre baixa.
Eu ainda tenho unhas, mas parece que me passou um autocarro da carris por cima. Melhores horas virão.

quarta-feira, abril 18, 2007

De manhã

Eu a tentar secar o cabelo, ela a tentar ouvir a música da Lili... quem ganha?


...


...


Ela claro! Chega de sobrolho franzido com a ponta do dedo na ponta do nariz:

ó shiuuuuuuuuu.


(ops!)

terça-feira, abril 17, 2007

Pérola do dia

" O ita queio ábua."

Isto dito com um ar de quem quer pode e manda.

Sim senhora, filha, a mãe que já não é a mãe é a ita vai já satisfazer o pedido da senhora dona Bia.

22 meses...

...e os sorrisos multiplicam-se.

Gosto de te ver crescer, assim segura de ti mesma.

terça-feira, março 27, 2007

Utilizar as ideias dos outros dá nisto!

Por causa das birras na saída do banho, decidi adoptar a ideia da minha amiga Paula que tira a tampa do ralo e deixa sair a água. Depois em conjunto dizem adeus à àgua e o Rodrigo sai da banheira todo contente ("a água foi embora").

Achei isto genial... e imaginei logo a solução do meu problema e o fim dos ginetes.

No final do banho tirei a bela da tampa... esperei ... a água foi saindo, a banheira ficando vazia... e eu fui dizendo:

"Vá Bia, vamos sair a água já foi embora.... diz xau!"

Ela olha para mim, olha para a banheira... levanta-se pega na tampa do ralo, tapa o respectivo buraco. Liga a torneira, senta-se e diz-me:

"NÃO."

(tive de sair e explodir de rir fora da casa de banho!)