(assim de longe)
porque ando doente, ela também e o marido igual e, no meio de lenços, injecções e afins, tento não contaminar o espaço virtual...
...
volto quando melhorar.
cof!
porque ando doente, ela também e o marido igual e, no meio de lenços, injecções e afins, tento não contaminar o espaço virtual...
...
volto quando melhorar.
cof!
palavras da
Ana
às
18:11
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Etiquetas: doenças
Conheci-o com um sorriso incomparável. Aqueles sorrisos que saltam da alma directamente ao nosso coração. Uma pessoa feliz é uma pessoa que sorri com a alma.
O nosso avô é uma pessoa que me ensinou que podemos ser felizes com aquilo que a vida nos dá, basta para isso, termos vontade e sermos inteligentes em moldar as nossas expectativas. Aquilo que recebemos são as ferramentas, os ingredientes para a felicidade.
O nosso avô é a pessoa mais feliz que conheço.
Lembro-me dele em alturas marcantes da minha vida. Lembro-me de o ver perder o amor da vida dele, mas lembro-me também de como ele deu a volta por cima.
Lembro-me de o ver passear à beira mar e andar quilómetros e quilómetros a pé. Recordo com muito carinho o dia em que ele viu a Beatriz pela primeira vez. O sorriso... o sorriso que nos faz respirar fundo.
Há uns meses o nosso avô sofreu a sua terceira "míni trombose". Levou-lhe a fala, alguns movimentos, mas deixou-lhe o sorriso.
Como ele precisava de assistência 24 horas, decidimos a muito custo que o melhor seria encontrarmos um lar, que o acolhesse e que lhe desse os cuidados médicos que precisa. Foi igualmente difícil a escolha do lar. Lembro-me do meu marido me contar que muitos sítios onde entrou tinham um cheiro que não conseguia sequer descrever. Os sítios que achamos bons são 4 a 5 vezes o valor do colégio da minha filha. Com esforço financeiro da minha sogra escolhemos o melhor.
A adaptação dele ao lar foi maravilhosa. Mais uma vez em poucos dias ele já tinha amigos, já todos falavam dele. A classe feminina então, nem se fala ;-)
Algum tempo depois fomos confrontados com uma doença que para melhorar tinha de fazer um exame (dito por eles) sem riscos nenhuns para o paciente.
A verdade é que depois desse exame ele nunca mais foi o mesmo.
Este fim de semana passamos algumas horas a procurá-lo, fugido do lar e encontramo-lo no hospital. Tinha caído na rua e chamaram a ambulância. Depois dessa situação resolvida, fugiu nessa mesma madrugada das urgências do hospital!
E tem vindo a piorar.
Hoje a ouvir as lágrimas da minha sogra, pensava naquela máxima que tantas vezes ouvimos mas que poucas vezes guardamos o seu verdadeiro sentido.
Devemos viver um dia de cada vez, mas aproveitando ao máximo aquilo que a vida nos dá. Os amigos, a família e o bom que é sentirmo-nos amados pelos nossos entes queridos.
Eu, apenas rezo para lhe voltar a ver e sentir aquele sorriso que sempre inspirou a minha vida.
palavras da
Ana
às
15:46
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Etiquetas: doenças
(que como a Alda disse no outro dia, não se explicam)
Fecho o olhos e vejo-te com febre. O coração aperta. Fica pequeno. Tento afastar o pensamento, num acesso louco de acreditar a 100% no que chamam de lei da atracção. Normalmente começo a pensar muito depressa numa outra coisa qualquer, no mar, na praia, num dia bonito... mas o pensamento existiu. Vi-te com febre e pronto.
Dia seguinte vais bem para o tua avó. Mas o nó no estômago continua.
Sai do trabalho, batem-me no carro e liga-me a minha mãe a dizer: Olha a Bia de repente ficou com febre. Há dias que ....
Porque é que não me surpreendi? Porque sempre que ela fica doente eu sei, muito antes de ela estar. Sempre foi assim, desde que nasceu.
Acredito que isto seja simplesmente uma coisa de mãe, de alguém que gerou a tua vida, que te teve 9 meses dentro de mim. Acredito que sim.
palavras da
Ana
às
12:46
3
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... depois lá descobriu que não era borboletas, mas sim borbulhas e passou os dias a dizer: Não é borboletas é borbulhas, xim???? ou mesmo "óooo a titiz tem doi-doíííís, a titiz tem borbulhas, põe pomada mãe, põe pomada.
Agora estamos mesmo na recta final. Tenho muito que agradecer o facto de a minha mãe ter passado os três dias piores com ela. Obrigada mãe!
Ela fez dois dias de febre, e deixou de comer (tudo). Deixou mesmo de comer.
É uma doença chata como o caraças... bolas! E conseguir passar não sei quantos dias fechada em casa é outro problema. Ela já pede para ir ao parque e ir para o colégio...
bem, está quase. O pior já passou!
(assim visto de perto, a foto tem algumas semelhanças com a que coloquei em baixo do sitemeter :-))))
Adenda: Já respondendo às 10 pessoas que me pediram mais fotografias!
palavras da
Ana
às
12:16
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Etiquetas: doenças
e como diz a Lúcia (;-)):
THE VARICELA IS IN THE HOUSE
(primeira vez que vejo borbulhas que desaparecem, voltarem a aparecer e a reproduzirem-se a uma grande velocidade)
Adenda: Já disse que estou cheia de comichões????
Adenda1: Sinto-me na obrigação de explicar isto: Não sou eu que tenho varicela. É ela. Eu é que como nunca tive já estou com sugestão e tenho comichões. Se vou vir a ter ou não, isso já não sei...
palavras da
Ana
às
01:06
9
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Etiquetas: doenças
Pois é, foi falso alarme. As borbulhas da Bi desapareceram e as do Rodrigo já existiam há uma semana (a médica olhou para elas e riu-se). A pessoa que está mais perto da varicela lá em casa sou eu, desde que me nasceu uma ENORME borbulha no centro da minha bochecha.
palavras da
Ana
às
11:35
2
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Etiquetas: doenças
A Constança está com Varicela.
O Rodrigo veio hoje para casa à hora de almoço, porque já tinha 2 borbulhas.
A Beatriz acabou o dia com 5 suspeitas borbulhas e hoje por duas vezes fez chichi nas cuecas (coisa que já não acontecia há muito muito tempo).
Já estou a prever a semana que vem.
Eu e o Pedro não tivemos varicela em pequeninos. BIGGGG PROBLEMMMMMMM....
palavras da
Ana
às
00:05
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Etiquetas: doenças
Mais uma amigdalite com direito a injecção na nádega esquerda.
A enfermeira para mim: Está a doer?
A minha médica lá do fundo: Deixe lá isso, ela já está habituada!
Adenda 1: há coisas que nós nunca nos habituamos, humpf...
Adenda2: quando o meu maisquetudoemaisalgumacoisa ler isto, vai logo dizer que já me devia ter devolvido à minha mãe há muito tempo...
Adenda3: Melhor isto que o maldito dente
Adenda 4: Escusava era de ter uma enorme afta também
Adenda 4: Quando é que eu aprendo a estar calada? Grrrr
Adenda 5: Ontem disse à minha colega, para ela aproveitar que assim eu estava mais em silêncio e ela para mim: MESMO ASSIM...OLHA QUE....
palavras da
Ana
às
11:04
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Etiquetas: doenças
... combater o vírus da constipação que se quer apoderar de mim...
Hoje de manhã gritei-lhe. Disse-lhe que tenho de trabalhar e que não o posso alojar no meu corpo... não posso, não posso mesmo. Já enfiei vários comprimidos pela garganta, já tenho aqui um pacote de halls...
... mas....
quando fico assim, doentinha só me apetece colo e mimos!
palavras da
Ana
às
11:49
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Etiquetas: doenças, eu quero a minha cama
Estamos melhores, muito obrigada! Já não tem febre. Já manda vir, dá pontapés e faz birras, por isso, tudo a voltar à normalidade.
palavras da
Ana
às
12:05
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Já me tinha imaginado a comer a bela da bifana, a afiar a língua e a roer as poucas unhas que tenho.
Mas a Bia adoeceu, está com febres altas constantes e a minha luta passou do relvado, para o chão de minha casa.
Roo as unhas à mesma.
adenda: as febres altas passaram mesmo a números redondos e pela primeira vez vi o 40 no visor do termómetro. Depois de 50 minutos de benuron a febre continuava a subir. Fui ao hospital. Fui ao hospital porque não me imaginei a passar a noite com febres assim sem saber se era realmente algo de grave. Não diagnosticaram nada em concreto, mas já está a antibiótico. Vamos ver como vão correr as próximas 48horas.
Foi a segunda vez que fui com ela ao hospital. A primeira foi de tal maneira traumática, que ela lembrou-se. A sério que se lembrou. Mal viu a marquesa, e a sala desatou num pranto que só visto. Eu acho que só por isso, a febre baixou. Foram duas horas e tal de choro contínuo.
Cheguei a casa. Ela está mais bem disposta, com febre baixa.
Eu ainda tenho unhas, mas parece que me passou um autocarro da carris por cima. Melhores horas virão.
palavras da
Ana
às
14:39
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